A mordida dos impostos!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

O brasileiro precisa de uma injeção de ânimo para acreditar no Brasil

É fundamental que a gente olhe também os nossos avanços e não a podridão de nossa sociedade, coisa comum em qualquer país

A qualquer solavanco na economia brasileira ou mundial, vem a previsão de crise no Brasil. E na Grande Porto Alegre, como qualquer outra região, a gente sente antes os efeitos do que pode ou não acontecer com o nosso país ou com a América. Pois nestes tempos de imprecisão e suspeita de grande crise, vale lembrar que o brasileiro, de maneira geral, precisa de uma injeção de ânimo. Acima de tudo, o brasileiro precisa confiar mais no Brasil. É fundamental que a gente acredite mais no Brasil e olhe também para os nossos avanços e não apenas para a podridão de nossa sociedade, coisa comum em qualquer país deste planeta.
Somos muito críticos em relação ao nosso país, mas não podemos deixar de lembrar que o Brasil teve e vem tendo muitos avanços. Para se ter uma idéia, o mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 700 mil novas habilitações a cada mês. Já na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas. E das empresas brasileiras, quase 7.000 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. Para a gente ter uma idéia, no México, são apenas 300 empresas e, na Argentina, o número é menor ainda.
Após tantas coisas positivas, não convém que a gente se questione? Porque será que nós temos esse vício de só falar mal do Brasil?. Vamos fazer alguns questionamentos para que estes, quem sabe, nos dêem uma injeção de ânimo. Por que nós não nos orgulhamos em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano? Por que nós, antes de criticarmos, não lembramos que temos o mais moderno sistema bancário do planeta e que o Brasil tem agências de publicidade que ganham os melhores e maiores prêmios mundiais? Porque nós, brasileiros não falamos que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários? Por que a gente não se orgulha de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando? Não podemos deixar passar em branco o fato de que, apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados - lembram do Japão e outros, onde os parlamentares, literalmente, “saem no braço” uns com os outros?. Sendo assim, o Brasil é um país abençoado de fato. E bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos. Bendito este povo, que sabe se entender todos os sotaques. Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar, apesar de ser um “continente com várias línguas e sotaques”. Talvez a gente não consiga mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e se orgulhar de ser brasileiro!

Saúde: máquina de votos

A política é uma das coisas que mais mexe com o brasileiro. Parece que todo mundo tem a fórmula perfeita para administrar um município ou um país. Um prefeito nem pensou em fazer uma obra e já tem alguém reclamando da referida obra. No entanto, poucos são os que põe a cara a tapa, ou seja, aceitam concorrer. E, a julgar pelo País em que vivemos, o brasileiro vota muito mal!

A saúde, hoje em dia, é uma máquina de fazer votos. Tanto é verdade, que temos prefeitos e vereadores que sempre se elegem trabalhando em cima da saúde. O SUS está uma verdadeira calamidade, faltam leitos e médicos para consultas, mas em ano eleitoral, milagrosamente as coisas mudam. Como pode uma coisa dessas?

Em qualquer um de nossos municípios ou em qualquer outro do país, a realidade é a mesma: a grande maioria dos vereadores faz assistencialismo. Na grande maioria dos municípios temos, pelo menos, seis tipos de vereadores: o vereador da saúde, o pagador de cervejas e rifas, o assistente social, o vereador do contra, o vereador que só diz amém e o humorista popular. Se você conhece outro tipo de vereador, entre no blog mauridandel.blogspot.com e deixe um recado sobre o assunto...

Isto posto, fica a indagação: não seria melhor extinguirmos a função de vereador? Em vez de termos nove vereadores escolhidos em eleição, não seria melhor termos um concurso público para escolher nove assistentes sociais? Os gastos seriam menores e a politicagem, então, nem se fala...

O “fim da picada” são os chamados números 0800. Você liga porque está com problemas na energia elétrica, no seu telefone ou com o seu banco, e simplesmente é “feito de palhaço”. Parece que certas empresas nos tornam refém, que precisamos pagar (e muito caro!) para ter um serviço que não funciona e não podemos reclamar. E o governo, o que pensa disso?

A propósito: o Poder Legislativo vale quanto pesa? Isto é, será que o Legislativo, de vereadores a deputados federais, não gera mais ônus do que bônus ao País? Por outro lado, com a extinção do Legislativo, não se concentraria muito poder ao Executivo?

A pergunta que está na boca do povo: porque político vira anjinho quando a eleição se aproxima?

A pergunta que não quer calar: porque o brasileiro só se preocupa com a pobreza porque de lá vem a maior parte da violência? Ou alguém reconhece uma preocupação com a periferia e as favelas sem pensar na insegurança?

Para encerrar, a mensagem positiva do dia, conforta aos que “não estão em uma boa fase”: “Foram-se os anéis e ficaram os dedos”, ou seja, “dos males, o menor”.

(sexta, 31/08/07)

Decepção política

Vivemos em uma das regiões mais ricas do Estado, uma região que gera emprego, gera recursos para os governos, gera bom nível de vida. E, se o Rio Grande do Sul já é um dos estados mais ricos da nação, então fica difícil entendermos por que nossa região é tão maltratada por governantes.

Se nossa região gera impostos, como ainda temos três cidades sem ligação asfáltica (Hortêncio, Linha Nova e Herval), poucos hospitais públicos e condições precárias da BR-116 que está precisando de duplicação até Dois Irmãos ou Ivoti! Ainda sofremos com falta de segurança, falta de apoio para as indústrias e para o setor primário (agricultura, pecuária...).

Em uma época em que a segurança está em xeque, fica a indagação do porquê em nossas cidades, as agências bancárias não estarem instaladas próximas uma das outras? Não seria mais viável para a polícia e empresas de segurança, fazer segurança nas agências bancárias se todas estivessem próximas? Nossas cidades são pequenas e, mesmo assim, se conseguiu a proeza, de instalar as poucas agências bancárias uma em cada canto!

Conversando ontem com um vereador de primeiro mandato, este nos contou que está muito decepcionado com a política. Alguém já tinha se queixado do mesmo caso há algum tempo, mas o referido vereador disse que parece que o povo não está nem aí para o seu trabalho na Câmara e só querem que ele pague cerveja, compre rifa e faça assistencialismo.

Aliás, este deve ser o pensamento de muitos políticos, pois outros já nos confidenciaram o mesmo. Mas a maioria, em vez de tentar mudar este costume, acaba entrando no jogo e “dançando conforme a música”. Fica a pergunta: será que o povo exige favores dos políticos porque estes o acostumaram assim, ou os políticos fazem assistencialismo porque o povo cobra isso?

A propósito: por que as obras realizadas pelo poder público, sejam na esfera municipal, estadual ou federal, são tão caras? Qualquer pracinha de recreação com meia dúzia de brinquedos para crianças custam um horror!

A pergunta que não quer calar: qual o pior vereador da tua cidade?

A pergunta que não quer calar: já parou pra pensar em quem votará pra prefeito em 2008?

A mensagem positiva do dia é de um autor desconhecido: "Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio, nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos. Enfim, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos, tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles a sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia”.
(quinta, 30/08/07)

Muitas entidades, poucas pessoas

A cada dia que passa surgem mais entidades e associações em todas as cidades. Foi-se o tempo em que haviam somente meia dúzia de clubes e sociedades em cada município e, então, estas eram fortes e tinham patrimônio e dinheiro em caixa.

Com o tempo, surgiram novas entidades e associações que foram arrebanhando novos associados e tomando o tempo e o dinheiro de todos. Atualmente, são tantas entidades que praticamente não sobra ninguém para ajudar a trabalhar nas antigas sociedades e, por isso, a maioria está falida.

Hoje, por exemplo, uma família se envolve com o CPM da escola, outra com associação de moradores, outra com o clube festivo, outra com o clube, outra com o coral e assim por diante. Porém, uma coisa é semelhante em todas as entidades. O que se percebe é que a minoria que integra as diretorias tem que “ficar correndo atrás” dos outros para estimulá-los e para ajudar a organizar as coisas.

Porque na maioria dos nossos municípios as coisas são feitas sem a comunidade tomar conhecimento? Na maioria das vezes, quando uma obra será realizada ou algum projeto polêmico está para ser votado, o próprio Executivo ou Legislativo teriam de chamar o povo para opinar. Mas não, a maioria prefere fazer logo do jeito que “dá na telha”, mas depois reclama quando tem que ouvir xingamentos do povo.

A crise calçadista continua fazendo vítimas em toda a região. Uma empresa de Dois Irmãos, que já teve cerca de 2.500 funcionários, somando-se as filiais, deve entrar em outubro com apenas 300. Qual o caminho para o Vale Calçadista, que progrediu por várias décadas, devido aos sapatos?

À propósito: No passado, a maioria escondia que era descendente de colonos imigrantes, talvez por pressão do governo. Mas o tempo passou e hoje em dia parece ser um troféu ter uma dupla cidadania ou um antepassado que morou na Alemanha ou Itália. Então, porque atualmente, em nossas cidades, alguns tentam esconder que são migrantes, isto é, vieram do interior catarinense ou gaúcho?

A pergunta que não quer calar: quem mais vai trocar de partido até outubro para concorrer a vereador ou prefeito?

A pergunta que está na boca do povo: o que deve passar na cabeça de Fixinha, que sonhava concorrer a federal, agora que Renato Molling se elegeu e está em Brasília?

Frase do dia atribuída a Vinicius de Moraes: "Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos".

A mensagem positiva do dia: “Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era e se transforme em quem é".
(quarta, 29/0807)

CPMF é pra saúde!

Entra ano, sai ano e vem a confusão para a prorrogação da CPMF, que era pra ser “provisória”. O pior de tudo é que mudam os partidos no governo mas insistem em dizer que o dinheiro vai para a saúde. Só falta o próximo governo vir pregar que Papai Noel e a Bela Adormecida existem!

Ninguém seria contra pagar CPMF se o dinheiro fosse, de verdade, para a saúde. Se isso acontecesse, teríamos uma saúde de 1º Mundo. Até quando esta turma de políticos vai achar que a saúde não precisa desta grana? Vamos parar com esta pouca vergonha e dar uma saúde digna para a população, pois dinheiro tem, afinal, esta grana da CPMF é nossa.

Não bastasse a carga tributária ir tilintar nos cofres do Estado e da União, fazendo com que o municípios tenham que arcar com os custos da Educação, Saúde, Segurança Pública e outras atribuições, agora até asfalto virou obrigação para os Municípios. Quem quiser ter pavimentação, tem que meter a mão no bolso e fazer por conta própria. E quando sai uma obra federal, os valores não são astronômicos?

A pensão alimentícia, literalmente, virou objeto de negociação. Aliás, olhando exemplos entre ricos e famosos, ter um filho virou um negócio lucrativo. Aliás, existem muitos – e muitas por aí – que, por terem conseguido um filho com alguém rico, largaram o trabalho de lado para ter, como profissão “mãe” ou “pai”.

Um pai ou uma mãe que consegue fazer um filho com alguém rico ou famoso, não precisa mais trabalhar. É só viver – e muito bem – com o dinheiro da pensão alimentícia, que teoricamente, seria do filho. A pensão de alimentos deveria ser estipulada de igual valor para ambas as partes.

Em vez de um só contribuir com 30% de seu salário, porque não dividir entre ambos, ou seja, 15% para o pai e 15 % para a mãe? Em geral, o pai é sobrecarregado com os valores de pensão, enquanto a mãe fica com a parte prazerosa: a de criar o filho (na maioria dos casos, é claro).

À propósito: Quando uma mãe ou um pai diz ser difícil educar um filho, talvez não estejam olhando para a criança com amor, mas apenas como um mero objeto de negociação. As decisões, não deveriam levar em conta a grana que um dos dois tem ou deixa de ter...

A pergunta que não quer calar: um deputado gaudério apresentou uma PEC que pode criar cargos para mais 5 mil vereadores. Como estes cargos não existem, alguém achou falta disso?

A pergunta que está na boca do povo: Se a Câmara de Vereadores do teu município fizer greve, você vai sentir falta dela?

A mensagem positiva do dia: “Aproveite e curta cada momento, viva e aposte na vida e na capacidade de ser feliz. Invista, caia, levante, arrisque e ame; viva cada dia como se fosse o último, viva cada momento como se fosse único. Porque a vida só tem sentido para aqueles que sabem viver! Vida é o que está acontecendo agora enquanto muitos ficam remoendo o passado ou sonhando com o futuro!"
(terça, 28/08/07)

Vice é figura decorativa

Quando se fala que vice-prefeito é uma figura meramente decorativa e que não manda nada, sempre se fere o orgulho de alguém. No entanto, no seu município, você pode contar nos dedos quantos dias o vice esteve à frente do poder. Com certeza, foram pouquíssima vezes e, mesmo assim, sem poder de decisão!

Talvez é por esta razão que muito se fala por aí que fulano pode ser um bom vice, mas não pode ser um bom prefeito. Ou então, “voto no beltrano para vice, mas não voto nele para prefeito”. Pelo que se percebe, em expressões desta natureza, sequer dizer que vice não faz nada e, por isso, qualquer um pode exercer o cargo.

Mas será que a culpa pela falta de oportunidade é apenas do vice ou também é do titular ou do partido que não abre espaço para este mostrar seu trabalho? Só vamos nos convencer do contrário, quando, na maioria das campanhas políticas, tiver o nome do vice divulgado com a mesma intensidade do nome do candidato a prefeito.

Em geral o que se vê é um nome em letras garrafais para divulgar o prefeito e o nome do vice está num cantinho qualquer, um pouco escondido. Quem sabe, no ano que vem, quando teremos eleições municipais, as coisas não mudam?

Já pensaram em alguém concorrer a prefeito dando espaço de verdade para o vice, afinal, o vice também pode arrebanhar votos! E já pensaram na hipótese de divulgar, ainda durante a campanha, o nome de todo o secretariado, para que o povo não compre gato por lebre? Isso evitaria surpresas desagradáveis pós-eleição, pois o povo votaria consciente!

À propósito: O número de multas aplicadas por pardais no RS no primeiro semestre de 2007 foi de 105 mil, ou seja, 64% superior ao mesmo período do ano passado. É multado um em cada mil veículos que passam pelos pardais e lombadas eletrônicas. Será que não está se criando uma indústria de multas? Será que as multas tem caráter educativo ou existem apenas para o governo meter a mão no bolso do povo para arrecadar mais e mais grana?

A pergunta que não quer calar: Porque a cura da gripe não foi “inventada” ainda ou é interessante não “descobrir” a fórmula para não acabar com as indústrias de remédios?

A pergunta que está na boca do povo: alguém duvida que o prefeito do teu município está forrando o caixa da Prefeitura para gastar a quatro ventos no ano que vem?

A mensagem positiva do dia: “Fechar os olhos para certas coisas pode ser fatal. Pensar que mudanças acontecem, acreditar que novos momentos bons se aproximam são atos que nos cegam de forma a deixar de lutar pelo real: o desejo de que algo muito importante aconteça nos faz cair na acomodação e daí nada fazemos para que tal coisa ocorra. Nada de ficar mentalizando (apenas), pois o correto é a busca pelo que se quer, e isso sem depender dos outros!”
(segunda, 27/08/07)

1/3 brasileiros têm Bolsa-Família

Enquanto ocorrem os julgamentos dos deputados que ganhavam mensalão, o brasileiro segue sua rotina sem prestar muita atenção nisso. No entanto, pelo visto, não é apenas os deputados que embolsavam “uma grana extra”. No Brasil inteiro tem mensalão do povão!

O Bolsa-Família atinge R$ 45,8 milhões de brasileiros. Quer dizer que uma em cada quatro pessoas recebe o benefício assistencialista. Isso seria o mesmo que, em municípios pequenos como Hortêncio, Herval e Lindolfo Collor, que têm em torno de 6 mil habitantes, termos 1.500 pessoas beneficiadas.

Logicamente, a metade das famílias beneficiadas com este mensalão do povão mora no Nordeste. Aqui no sul, para se ter uma idéia, estamos abaixo da meta em relação ao número de famílias. Municípios menores não têm nem 300 famílias beneficiadas, enquanto o “normal” seria ter 1.500 pessoas recebendo a Bolsa-Família.

Por outro lado, a governadora Yeda Crusius pretende criar uma espécie de Bolsa Família para a Brigada Militar. Ela pretende destinar recursos do PAC da Segurança para o pagamento de bolsas para brigadianos, cujo valor será entre R$ 300 e R$ 400 por policial.

À propósito: insinua-se tanto em novos nomes no cenário político para concorrer a prefeito nas próximas eleições em nossos municípios, mas será que todos têm condições? Será que não seria preciso noções básicas de administração pública? Ou primeiro ganha a eleição e depois aprende administrar?

A pergunta que não quer calar: será que dar mais duas parcelas de seguro-desemprego não é criar uma espécie de mensalão do desempregado?

A pergunta que está na boca do povo: quem vai acabar com suas “férias” se terá sete meses de seguro-desemprego pela frente?

A mensagem positiva do dia, que também está no blog mauridandel.blogspot.com: “A vida é aquilo que acontece, enquanto ficamos perdendo tempo e somente fazendo planos para o futuro! Viva o hoje, porque o passado já era e o futuro está ainda lá na frente!”.
(sexta, 24/08/07)

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Prefeitos devem distribuir emendas

A tarefa de ser prefeito não é nada fácil. Na maioria das vezes, o prefeito acaba refém dos vereadores, que o colocam contra a parede em alguns assuntos. Se o chefe do Executivo não tiver pulso firme, acaba cedendo às pressões do Legislativo ou, vez ou outra, acaba perdendo a maioria do apoio na Câmara. Em outros casos, é o Legislativo que é filial do prefeito!

É impressionante, mas parece que alguns prefeitos não querem aderir à mesma política do governo federal. Sabe como o governo federal consegue aprovar seus projetos ou ter maioria no Congresso? Negociando emendas e valores para investimentos. Então, tudo o que um prefeito tem a fazer é liberar emendas de verbas e obras em troca de apoio dos vereadores.

Logicamente, nada de fazer negociatas ou então pagar mensalão ou outras coisas que possa se enquadrar como corrupção – seja de valores ou de interesses. Como o povo precisa de investimentos e obras, como a Prefeitura precisa fazer obras para o povo e como os vereadores adoram se meter na área do Executivo e ficar fazendo pedidos e mais pedidos, trata-se apenas de unir o útil ao agradável, ou seja, liberar vereadores para fazer obras.

O prefeito chama os vereadores e destina, mesmo que seja “em off”, alguns valores para emendas parlamentares, como funciona na esfera federal. Vereador que se esforça e trabalha bem, ganha um valor maior e consegue fazer mais pelo seu eleitorado. No entanto, logicamente os da oposição seriam prejudicados, pois receberiam um percentual de verbas menor do que os vereadores da situação. No entanto, melhor ter um valor menor do que não ter um tostão para fazer emendas e indicar obras.

Querem um exemplo prático de como isso funciona? Lula nos deu este exemplo, conseguindo a aprovação da CPMF. Lula decidiu adoçar a boca da oposição e também dos aliados. Ele começou a distribuir cargos nos Estados e a liberar emendas parlamentares individuais ainda em julho. Tudo para conquistar deputados e senadores e impedir que o Congresso vetasse, na volta do recesso, a prorrogação da CPMF.

À propósito: O PT tanto criticou e agora joga o mesmo jogo! Logicamente, não podemos concordar com este tipo de “jogada política”, mas é uma prova de como funciona.

A pergunta que não quer calar: Ou pode-se concorrer a prefeito, vencer a eleição e depois aprender tudo em congressos?

A pergunta que está na boca do povo: se os políticos são tão criticados por serem corruptos, será que o povo não é tão corrupto quanto os políticos?

A mensagem positiva do dia: “'Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos sempre haverá guerra!”, de Bob Marley.
(quinta, 23.08.07)

Para que serve o Legislativo?

Já teve escândalo nas Câmaras de Vereadores de São Leopoldo, Sapucaia do Sul e em Campo Bom. A farra das diárias, na verdade, é uma verdadeira indústria de diárias. Será que não está na hora de alguns ficarem com as barbas de molho, porque os escândalos estão cada vez mais perto?

Do jeito que estão indo as coisas no Brasil, será que ainda vale a pena manter o Poder Legislativo em atividade? No Congresso Nacional é escândalo em cima de escândalo. Até dá a impressão que deputado e senador são eleitos não para legislar, mas apenas para torrar nosso dinheiro e para investigar os colegas. Aliás, investigações que nunca levam a nada!

Na Assembléia Legislativa até de selos postais houve denúncia de falcatrua. Nas Câmaras de Vereadores, é só discurso, discurso e nada na prática. Se é pra ter vereador pra fazer assistencialismo e para viajar para congresso, não é melhor fechar as Câmaras? Então, se nem vereador fiscaliza e nem deputado fiscaliza, porque manter os Legislativos? Se é o povo que fiscaliza, quem merece estes salários, não seria o povo? Claro que isso é apenas uma conjectura que não pode ser levada adiante, afinal, vivemos em um país democrático...

É impressionante o que acontece neste País. Nunca ou dificilmente se ouviu comentar sobre servidores concursados. Estes ficam sem perspectivas de reajuste salarial ou promoções, já que na maioria das vezes o percentual de gasto com a folha salarial está quase no limite previsto pela Lei Fiscal. Sendo assim, como o funcionalismo vai ganhar promoção ou aumento se não tem dinheiro?

Aliás, as promoções e aumentos salariais dos servidores concursados deveriam ser analisadas com mais carinho. Na vida pública, ninguém ganha aumento salarial devido aos méritos, mas apenas por tempo de serviço. Será que não deveríamos cuidar mais de perto o trabalho dos servidores e valorizar os que trabalham bem? É justo um que trabalha mal ganhar o mesmo aumento do que um que trabalha bem?

À propósito: em alguns municípios, um ou outro servidor têm reclamado que os chefes não se importam com quem é concursado. Estes prestam serviços aos municípios e continuarão a fazê-lo, independente de convicção ou ideal político, independente de quem está ocupando a grande cadeira de chefe do Poder Executivo. Ou será que os CCs, que são do mesmo lado político, não são mais valorizados?

A pergunta que não quer calar: quando será inaugurado o trevo de Ivoti?

A pergunta que está na boca do povo: não deveríamos iniciar um movimento agora para que a BR-116 fosse duplicada até Dois Irmãos daqui há duas décadas?

A mensagem positiva do dia: “Veja o mundo de outras perspectivas e não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade, tente o novo todos os dias; busque novos amigos, tente novos amores e faça novas relações. Lembre-se que a vida é uma só”.

(quarta, 22.08.07)

Polícia nos jogos da Dupla Gre-Nal

A Polícia pode deixar de atuar em jogos de futebol no RS, porque o secretário de Segurança quer que clubes paguem para receber segurança nos estádios. Esta notícia é uma verdadeira faca de dois gumes. Mas este questionamento tem razão de ser, afinal, estádio de futebol é um local privado e se os donos dos salões e até o gaúcho de modo geral têm que pagar segurança particular, porque os clubes têm este privilégio!?

Na avaliação do secretário José Francisco Mallmann, isso deverá liberar entre 400 e 500 brigadianos, que poderão voltar a trabalhar no policiamento ostensivo. Se a BM trabalhar dentro dos estádios, os clubes deverão pagar cerca de R$ 20 mil por jogo. Por outro lado, esta é mais uma forma do governo do Estado meter a mão no nosso bolso, afinal, quem vai pagar este gasto com a segurança será, de novo, o povo, pois os ingressos devem aumentar.

Algumas pessoas têm lido a coluna no jornal e deixando comentários no blog mauridandel.blogspot.com, concordando ou discordando em alguns assuntos: “Li umas coisas no blog e estou enviando minha opinião: Se o Legislativo pode usar 8%, onde ficam os 92% restantes? Você, em relação a seu salário, se preocuparia mais com os 8 ou com os 92?. Absurdo é gastar quase 50% do orçamento com folha de pessoal!”, comentário deixado por leitor anônimo.

Em relação a isso, não quer dizer devemos se preocupar apenas com o 8%. Justiça seja feita, a Câmara torra 8% sem arrecadar nada, enquanto o Executivo tem a máquina para manter, fazendo obras e investimentos. Porém, logicamente não podemos concordar com o fato de algumas Prefeituras empregarem todo mundo que fez campanha política.

Município nenhum precisa gastar mais de 40% do orçamento em folha de pessoal. Se nenhuma empresa faz isso, porque só na vida pública temos que nos deparar com uma barbaridade desta? Prefeito nenhum é eleito para “lotear” a Prefeitura.

Em alguns municípios, os vereadores não fazem nada para honrar o salário. Além de sessões solenes, moções e pedidos, os vereadores não fazem nada para fiscalizar ou legislar. Será que ir em uma sessão de poucos minutos é o bastante para honrar o salário?

E tem vereadores que dizem que trabalham 24 horas. Se isso fosse verdade, porque muitas reuniões e encontros são marcados justamente para o mesmo horário e mesma noite da sessão? Porque não fazem sessões e encontros em dias diferentes? Aliás, as sessões são à noite porque os vereadores querem trabalhar durante o dia em outra função.

A pergunta que não quer calar: vereador precisa fazer assistencialismo e pedidos miúdos só porque o secretário é incompetente?

A pergunta que está na boca do povo: é justo um funcionário bom ganhar o mesmo aumento que um funcionário ruim, só porque têm o mesmo tempo de serviço?


A mensagem positiva do dia: "A mente que se abre para uma nova idéia jamais volta ao tamanho original".
(terça, 21/08/07)

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2011

Livros lidos em 2011*
52 - O dia de um jornalista americano em 2.889, Julio Verne, 80 pág, Ed. Hemus, 19/11 a 24/11/2011. (nota 5)
51 - Em outras palavras, Lya Luft, Record, 224 pág, 17/12/2011. (nota 7)
50 - Jogo sujo, Marcelo Duarte, Ática, Série Vaga-Lume, 134 pág, 16/11 a 19/11/2011. (nota 7,5)
49 - Espíritos entre nós, James van Praagh, Sextante, 134 pág, 31/10 a 07/11/2011. (nota 7)
48 - Percalços, Ernani Mügge, Con-Texto, 74 pág, 29/10 a 31/10/2011.

47 - Instantes, Ernani Mügge, Oikos Editora, 64 pág, 30/10/2011.
46 - Chatô, o Rei do Brasil, Fernando Moraes, Ed. Companhia das Letras, 731 pág, 10/06 a 29/10/2011. (nota 9)
45 - Seja líder de si mesmo; Augusto Cury, Sextante, 122 pág, de 20/09 a 25/09/2011. (nota 8)
44 - Monte seu próprio negócio; Leandro Martins; Digerati Books, 111 pág, de 06/08 a 20/09/2011.
43 -Crônicas do Lelo, Aurélio Decker, Ed. Metropole, 176 pág, 19/08 a 11/09/2011). (nota 6)
42 - Eis o homem Paulo Sant´Ana; Paulo Sant´Ana, RBS Publicações, 168 pág, 13/08 a 04/09/2011. (nota 6)
41 - Crônicas de minha cidade; Carlos de Souza Moraes, Ed. Unisinos, 239 pág, 14/08 a 21/08/2011.
40 - Coisas do corações; Beto Ody (Rádio Alegria), Palotti, 148 pág, 11/08 a 20/08/2011).
39 - Meu guri; David Coimbra, LP & M, 185 pág, de 11/08 a 14/08/2011. (nota 7,5)
38 - Meditando com Brian Weiss, Sextante, 105 pág, de 06/08 a 07/08/2011. (nota 6)
37 - Cá entre nós, Ernest Sarlet, Ed. Feevale, 178 pág, de 27/07 a 31/07/2011. (nota 5)
36 - O maior vendedor do mundo; Og Mandino; Ed. Record, 118 pág, 22/07 a 30/07/2011. (nota 9)
35 - Conquistar e manter clientes; Daniel Godri; Ed. Eko, 116ª edição, 75 pág, 19/07/2011. (nota 5,5)
34 - Auto-hipnose, desperte o seu gigante interior, Mauro Rosso, Ed. Imprensa Livre, 69 pág, de 19 e 20/07/2011.
33 - O símbolo perdido, Dan Brown, Sextante, 489 pág, de 02/07 a 16/07/2011. (nota 8,5)
32- O segredo de Luisa, Fernando Dolabela, Sextante, 303 pág, de 1º/07 a 03/07/2011. (nota 7,5)
31 - 35 melhores contos do RS, Maria da Glória Bordini (organizadora), 322 pág, IEL (Corag), de 23/06 a 27/06/2011. (Simões Lopes Neto, E. e LF Veríssimo, L.C. Barbosa Lessa, Jane Tutikian, L.A. Assis Brasil, Sérgio Capparelli, Carlos Carvalho, Alcides Maya, Caio Fernando Abreu, Josué Guimarães, Sérgio Faraco, Charles Kiefer, Moacyr Scliar...) (nota 6)
30 - A vida que ninguém vê, Eliane Brum (ZH), Editora Arquipélago, 208 pág, 23/06 a 25/06/2011. (nota 8)
29 - Os segredos dos campeões, Roberto Shinyashiki, Ed. Gente, 182 pág, 24/05 a 23/06/2011. (nota 7,5)
28 - Avenida de histórias, Henrique Schneider, Produção Um Cultural, 132 pág, 21/06/2011. (nota 7,5)
27 - O Monge e o Executivo, James C. Hunter, Ed. Sextante, 143 pág, de 20/05 a 12/06/2011. (Uma história sobre a essência da liderança). (nota 8,5)
26 - O caçador de pipas, Khaled Hosseini, Ed. Nova Fronteira, 370 pág, 14/05 a 16/05/2011) - 8mil vendidos. (nota 9)
25 - O Analista de Bagé; Luis Fernando Veríssimo; L & PM Pocket, 84 pág, 2ª vez, 01/05/2011. (nota 7)
24 - Nunca desista dos seus sonhos, Augusto Cury, Sextante, 156 pág, 2ª vez, 04/04 a 01/05/2011. (nota 8)
23 - Autoconhecimento: o primeiro passo para a liderança; Claiton Marusiak; Ed. Treze, 52 pág, 2ª vez, 01/05/2011.
22 - O caminho da tranquilidade, Sua Santidade, o Dalai Lama, coleção Auto Estima, Ed. Sextante, 96 pág, 15/04 a 19/04/2011. (nota 6,5)
21 - Trem-Bala, Martha Medeiros, L & PM Pocket, 247 pág, 04/04 a 15/04/2011. (nota 9)
20 - De Pedro a Collor; charges; Sampaulo (Paulo Sampaio), AGE Editora, 110 pág, 20/11 a 09/04/2011. (nota 6)
19 - A Arte de Fazer Jornal Diário, Ricardo Noblat, Ed. Contexto, 174 pág, 23/03 a 03/04/2011. (nota 9,5)
18 - A Objetividade Jornalística, Luiz Amaral, Ed. Sagra-Luzzatto, 96 pág, 24/03 a 27/03/2011. (nota 5)
17 - Diários de um repórter, Flávio Alcaraz Gomes, L & PM, 180 pág, 01/03 a 24/03/2010. (nota 5,5)
16 - A Miséria do Jornalismo Brasileiro; Juremir Machado da Silva, Vozes, 155, 01/03 a 12/03/2011. (nota 8,5)
15 - The Secret - O Segredo; Rhonda Byrne, Ediouro, 198 pág, 26 e 27/02/2011). (nota 9)
14 - O Aleph; Paulo Coelho, Ed. Sextante, 240 pág, 10/02 a 26/02/2011). (nota 6,5)
13 - O Doce Veneno do Escorpião, O Diário de uma Garota de Programa; Bruna Surfistinha (Raquel Pacheco), Panda Books, 168 pág, 18/02 e 19/02/2011. (nota 1)
12 - Odisséia Urbana; Ismael W. Manganelli, 110 pág, 19/02/2011.
11 - Como Evitar Preocupações e Começar a Viver; Dale Carnegie; Cia Editora Nacional, 423 pág, 25/09/2010 a 16/02/2011. (nota 7,5)
10 - O Vôo da Cobra; Lucas Izoton, 164 pág, Independente Cobra D'Água, 22 e 23/01/2011. (nota 8,5)
ESTATÍSTICA DE 2011*
* 43 livros em 2011 - 4 livros/mês -
7.937 pág - 721 pág/mês e 24 pág/dia.
* 35 livros - até fim/set - 4,3 livros/mês - 6.496 pág - 812 pág/mês e 27 pág/dia.
* 21 livros - até fim/jun - 4,2 livros/mês - 3.688 pág - 737 pág/mês e 24 pág/dia.
* exceto janeiro=férias.

2012

Livros lidos em 2012
81 - A motocicleta azul, Luis Carlos Pez, Ed. Uri, 79 pág, 23/12 a 24/12/12. (nota 5).
80 - Os segredos da mente milionária, Harv Eker, Sextante, 175 pág, 27/10 a 23/12/12. (nota 9,5).
79 - Como formar & treinar equipes de vendas, Diego Maia, Ed. Ferreira ,130 pág, 15/12 a 22/12/12. (nota 6).
78 - Saiba mais para gastar menos, Elaine Toledo, Ed. Alaúde, 143 pág, 01 a 09/12/2012. (nota 7).
77 - O X da questão, Eike Batista, Sextante, 130 pág, 01 a 02/12/2012. (nota 8).
76 - Planejamento estratégico: um bem ou um mal necessário, Roberto Tadeu de Morais, Ed. Fundo de Cultura (Faccat), 109 pág, 02/12/2012. (nota 6,5).
75 - Quanto custa ficar rico, Paulo Portinho, Campus, 165 pág, 20/10 a 15/11/2012. (nota 7,5).
74 - A oração que Deus entendia, Paulo Coelho, Ed. Caras, 64 pág, 03/11/2012. (nota 6,5).
73 - A Revolução dos Bichos, George Orwel, Globo, 143 pág, 02/11/2012. (nota 9,5).
72 - Assassinatos na Academia Brasileira de Letras, Jô Soares, Companhia das Letras, 252 pág, 26/10 a 28/10/2012. (nota 7,5).
71
- Seja líder de si mesmo, Augusto Cury, Sextante, 127 pág, 12/10/2012. (nota 7).
70 - A Lei de Murphy, Arthur Bloch /Millor Fernandes, Record, 106 pág, 09 a 12/10/2012. (nota 5).
69 - Selma e Sinatra, Martha Medeiros, Objetiva, 132 pág, 09 a 11/10/2012. (nota 4).
68 - Maigret e o homem do banco, Georges Simenon, L&PM/Nova Fronteira, 192 pág, 05 a 09/10/2012. (nota 6,5)
67 - O vencedor está só, Paulo Coelho, Agir, 398 pág, 18/09 a 27/09/2012. (nota 7)
66 -
Programa Integral de Leitura (Guia Introd e 1º Ciclo, Olga Camargo Valcárel, Pilbra, 78 pág, 03/09 a 21/09/2012. (nota 7)
65 -
Brasa sob cinzas, Leonardo Boff, Record, 121 pág, 12/09 a 18/09/2012. (nota 6)
64 - Espiritualidade, Leonardo Boff, Sextante, 63 pág, 03/09 a 06/09/2012. (nota 5)
63
- O que Steve Jobs faria?, Peter Sander, Universo dos Livros, 165 pág, 21/06 a 11/08/2012. (nota 7)
62 - As sete Leis Espirituais do sucesso, Deepak Chopra, Ed. Best Seller, 103 pág, 24/06 a 08/07/2012. (nota 9,5)
61 - Filhos inteligentes enriquecem sozinhos, Gustavo Cerbasi, Ed. Gente, 170 pág, 16/05 a 24/06/2012). (nota 7)
60 - Casais inteligentes enriquecem juntos, Gustavo Cerbasi, Ed. Gente, 163 pág, 22/04 a 13/05/2012. (nota 7,5)
59 -Curso básico para resolver problemas e tomar boas decisões, Ken Watanabe, Sextante, 127 pág, 15/04 a 21/04/2012. (nota 4,5)
58 -O Príncipe, Nicolau Maquiavel, Nova Cultural, 282 pág, 17/03 a 15/04/2012. (nota 6,5)
57 - Faça todo mundo gostar de você em 90 segundos, Nicholas Boothmann, Ed. Gente, 190 pág, 09/04 a 15/04/2012. (nota 7)
56 - Dez Leis para ser feliz, Augusto Curi, Sextante, 121 pág, 05/04/2012. (nota 6)
55 - Investimentos inteligentes, Gustavo Cerbasi, Ed. Thomas Nelson do Brasil, 271 pág, 22/09 a 24/03/2012. (nota 7)
54 - O Homem que Calculava, Malba Tahan, Ed. Record, 301 pág, 05/10/2011 a 26/02/2012. (nota 7,5)
53 - Pai Rico, Pai Pobre, Robert Kiyosaki e Sharon Lechter, Ed. Campos, 186 pág, 14/01/2012 a 29/01/2012. (nota 7)
ESTATÍSTICA DE 2012*
- Em 2012, 28 livros, 2,5 mês - 4.683 pág, 425/mês e 14,2/dia.
- Até fim/julho, 10 livros, 1,6/mês - 1.914 pág, 319/mês e 10,6/dia.

- Em 2011 - 43 livros, 4/mês - 7.937 pág, 721/mês e 24/dia.
* exceto janeiro=férias.